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	<title>CDL Maceió - Câmara dos Dirigentes Lojistas</title>
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		<title>Veja o funcionamento do comércio na capital alagoana durante o carnaval</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 20:11:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mírian Nascimento</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Dia 18 de fevereiro, sábado, iniciam-se as comemorações de carnaval por todo o Brasil. Em virtude dos festejos momescos, as lojas do Centro de Maceió funcionarão normalmente até o sábado, das 8h às 13h, e voltam a reabrir seus estabelecimentos &#8230; <a href="http://www.cdlmaceio.com.br/2012/02/veja-o-funcionamento-do-comercio-na-capital-alagoana-durante-o-carnaval/">LEIA TUDO</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dia 18 de fevereiro, sábado, iniciam-se as comemorações de carnaval por todo o Brasil.</p>
<p>Em virtude dos festejos momescos, as lojas do Centro de Maceió funcionarão normalmente até o sábado, das 8h às 13h, e voltam a reabrir seus estabelecimentos na quarta-feira de cinzas (22),  a partir do meio-dia.</p>
<p><em>Fonte: Imprensa CDL Maceió</em></p>
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		<title>Foliões procuram fantasias para festejos de Carnaval no Centro</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 15:59:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mírian Nascimento</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: Gazetaweb &#124; Katherine Coutinho O centro de Maceió ficou repleto de pessoas nesta sexta-feira (3). Muitas procuravam artigos para as festas do Carnaval, cujas prévias começam hoje. Outras aproveitaram o início do final de semana para curtir o primeiro &#8230; <a href="http://www.cdlmaceio.com.br/2012/02/folioes-procuram-fantasias-para-festejos-de-carnaval-no-centro/">LEIA TUDO</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: Gazetaweb | Katherine Coutinho</p>
<p>O centro de Maceió ficou repleto de pessoas nesta sexta-feira (3). Muitas procuravam artigos para as festas do Carnaval, cujas prévias começam hoje. Outras aproveitaram o início do final de semana para curtir o primeiro ano do bloco “O Bonde do Comércio”.</p>
<p>Os comerciantes estão animados com a chegada dos festejos de Rei Momo. “Nosso faturamento aumentou cerca de 20%, mas o movimento deve se intensificar mesmo na próxima semana, por causa dos blocos de rua e dos bailes. Esperamos que as vendas sejam boas neste ano por causa do aumento do salário mínimo ”, afirmou Wellington Diniz, dono de uma loja de artigos para festas.</p>
<p>Os artigos mais procurados são os adereços para vabelo, as fantasias, as espumas e tintas para o cabelo. “Os super heróis ainda são os favoritos das crianças. Para os adultos, o foco costuma ser as fantasias em pares, como pirata masculino e feminino, gregos e marinheiros”, explicou Diva Canus de Melo, dona de uma loja de fantasias. Os preços variam de R$ 25 a R$ 800.</p>
<p><strong>Bloco carnavalesco anima foliões</strong></p>
<p><strong></strong>Muitos deixam para fazer as compras em cima da hora. “Viemos comprar nossas fantasias para uma festa a fantasia que ocorrerá na casa de amigos hoje à noite. Essa é a primeira vez que vamos a um evento desse tipo. Eu decidi ir de bruxa e minha irmã de joaninha. O difícil é encontrar alguma coisa masculina que agrade para os nossos maridos”, disse Flávia Cavalcante, deputada estadual.</p>
<p>Para alguns, a fantasia faz parte do trabalho. “Vamos trabalhar em um bailinho nesse final de semana, por isso viemos escolher as nossas fantasias. Esse é o terceiro ano que participamos. Ao todo somos cinco. Eu vou de fada, o Júnior irá de palhaço. Ainda estamos escolhendo o restante das roupas”, contou Ana Galganni, vocalista da banda Divina Supernova.</p>
<p><strong></strong><strong>Bloco</strong></p>
<p><strong></strong>Os comerciantes do centro de Maceió saíram dançando ao som de muito frevo, no final da tarde. Segundo a major Valdenize, o objetivo é revitalizar o Carnaval no Centro, de forma segura e em paz. O policiamento ganhou um reforço de 30 integrantes do 1° Batalhão da PM no efetivo durante todo o período carnavalesco. Houve a entrega de preservativos e conscientização dos perigos de não usar preservativos e também de beber e dirigir.</p>
<p>Joelma Calheiros estava animada com o primeiro ano do bloco. “A família toda veio participar. Eu, meu filhos e a minha mãe também. Vamos nos divertir e dançar bastante nesse bloco”.</p>
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		<title>Declaração do Simples 2012 começa a ser recebida em março</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 15:53:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mírian Nascimento</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: CNDL O Comitê Gestor do Simples Nacional informou nesta quarta-feira (1º) que o prazo para entrega da Declaração Anual do Simples Nacional (DASN), que na prática é a declaração do Imposto de Renda das micro e pequenas empresas, terá &#8230; <a href="http://www.cdlmaceio.com.br/2012/02/declaracao-do-simples-2012-comeca-a-ser-recebida-em-marco/">LEIA TUDO</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Fonte: CNDL</strong></em></p>
<p>O Comitê Gestor do Simples Nacional informou nesta quarta-feira (1º) que o prazo para entrega da Declaração Anual do Simples Nacional (DASN), que na prática é a declaração do Imposto de Renda das micro e pequenas empresas, terá início em 1º de março, quando o programa estará disponível. A apresentação poderá ser feita até 16 de abril deste ano.<br />
A declaração de 2012 refere-se a fatos ocorridos em 2011. O prazo foi estabelecido na resolução 96, que, segundo o governo, será publicada no &#8220;Diário Oficial da União&#8221; nos próximos dias. Este é o último ano que o Fisco solicitará, formalmente, a declaração do Simples Nacional. Em 2013, 3,8 milhões de micro e pequenas empresas inscritas no Simples não precisarão mais entregar o documento.</p>
<p>&#8220;São 3,8 milhões de empresas obrigadas a entregar DASN, que serão dispensadas em 2013. Esse mesmo contribuinte mensalmente já faz o cálculo do pagamento do tributo no PGDAS [Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional]. E as informações trazidas no PGDAS são suficientes e permitem que não se exija mais a declaração anual. A declaração em março de 2012 do Simples Nacional ainda tem necessidade de entrega&#8221;, disse o subsecretário de Arrecadação da Receita Federal, Carlos Roberto Occaso em dezembro do ano passado.</p>
<p><strong>Apuração de janeiro<br />
</strong><br />
O Comitê Gestor do Simples Nacional também informou que os tributos do Simples relativos ao período de apuração janeiro deste ano poderão ser pagos até 12 de março de 2012. O aplicativo de cálculo, denominado PGDAS-D, estará disponível em 05 de março, acrescentou o governo.</p>
<p><strong>Municípios com calamidade pública<br />
</strong><br />
O Comitê Gestor do Simples também informou ter aprovado a resolução 97, que  estabelece critérios para prorrogações de vencimento em municípios que tenham reconhecida a situação de calamidade pública em decreto estadual. A norma também será publicada no Diário Oficial nos próximos dias.</p>
<p>Nesse caso, serão prorrogados, por seis meses, os tributos relativos ao mês da ocorrência do evento e de dois meses subsequentes, informou o governo. Para as situações de calamidade pública ocorridas antes de 16 abril de 2012, o prazo de entrega da DASN-2012 para as empresas sediadas nos municípios atingidos ficará prorrogado para 30 de junho deste ano, acrescentou o governo.</p>
<p>A Secretaria-Executiva do Comitê Gestor informou ainda que formalizará as prorrogações em casos de calamidade pública a partir da recepção dos decretos por parte dos governos estaduais. [G1]</p>
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		<title>Mídia social pode impulsionar ganho do varejo</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 15:52:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mírian Nascimento</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: CNDL O boom das mídias sociais no Brasil, com empresas como Facebook, Twitter, Orkut, fora os blogs, tende a atrair cada vez mais a atenção das redes varejistas, interessadas inclusive em aumentar suas receitas por meio do comércio eletrônico &#8230; <a href="http://www.cdlmaceio.com.br/2012/02/midia-social-pode-impulsionar-ganho-do-varejo/">LEIA TUDO</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Fonte: CNDL</strong></em></p>
<p>O boom das mídias sociais no Brasil, com empresas como Facebook, Twitter, Orkut, fora os blogs, tende a atrair cada vez mais a atenção das redes varejistas, interessadas inclusive em aumentar suas receitas por meio do comércio eletrônico (e-commerce). O uso dessas mídias tem aumentado e elas tornaram-se febre entre a população mundial, fora que são canal direto entre o consumidor e o empresário. Com a ampliação de seus serviços para o ambiente on-line, supermercados, lojas de roupas, acessórios e redes varejistas em geral aproveitam o momento, em que só no ano passado os brasileiros gastaram cerca de R$ 20 bilhões na compra pela Internet. Para este ano, a previsão do setor é crescer ao menos 50%.<br />
Estudo da KPMG Internacional sobre o assunto aponta que o Brasil é o quarto País com presença intensa nessas mídias, tendo 69,1% das empresas participantes da pesquisa com perfis ativos nas redes sociais. O País perde apenas para a China com 82,7%, Estados Unidos com 71,5% e para a Índia que possui 70,2% de suas empresas conectadas a algum tipo de mídia social. Tiago Cordeiro, consultor de redes sociais, explica que, muito mais que estar presentes nessas redes, os varejistas podem aumentar a rentabilidade e devem estar atentos às necessidades dos internautas, mesmo que eles não sejam consumidores assíduos da marca. &#8220;O consumidor da loja física é diferente daquele que compra on-line. Para conquistar o cliente virtual é necessário ter mais que promoções expostas nessas redes, é ter conteúdo que qualidade que faça com que esse internauta vire um seguidor. Feito isto, o consumo será consequência&#8221;, diz.</p>
<p>A informação é confirmada pelo diretor da PGeC, empresa especializada em soluções em e-commerce e redes sociais. &#8220;É necessário criar perfis que atraiam o interesse desses clientes considerados público alvo das instituições, e que se encaixem no conceito da empresa&#8221;, enfatiza. Leão acredita também que, mais que ofertas, os seguidores de redes varejistas procuram por informações complementares sobre os produtos, assim como a opinião de outros internautas antes de concretizar a compra. &#8220;As pessoas não querem só promoções, querem informações úteis&#8221;, complementa o especialista.</p>
<p>Atualmente com 20 clientes ativos, a PGeC quer dobrar seu faturamento ao longo deste ano e aponta o Facebook como o canal mais viável. &#8220;Acredito que o mercado de redes sociais e soluções para e-commerce se manterá aquecido por pelo menos mais cinco anos. Dentre todas as redes sociais atualmente em operação, o Facebook é aquela que tem aplicativos melhores para as empresas, além de contar com anúncios que auxiliam a prospecção de seguidores&#8221;, explica ele. Dentre as empresas que ele atende, citou como exemplo a Delá, loja de produtos para decoração que, além do Facebook, tem como aliado em suas vendas um blog chamado Coisas de Lá. Nesse ambiente, o consumidor encontra histórias sobre os objetos, encomendados pelos seus clientes, sobre o local de origem, agrega maior valor ao que é comercializado. Antes de se render a grandiosidade das redes sociais, é necessário também definir qual canal terá maior retorno, explica Tiago Carneiro. &#8220;O primeiro a utilizar de forma positiva as redes foi o Submarino, que tem foco maior no público do Twitter.&#8221;</p>
<p>Ainda segundo o especialista, um bom exemplo de interatividade entre consumidor/fornecedor é o do Pontofrio, que consegue atingir um público diferente em suas redes sociais, dos vistos em suas lojas físicas. Outra empresa com um case de sucesso em mídias sociais é o Magazine Luiza, que além de criar um personagem, lançou recentemente o Magazine Você. A ideia é que os internautas do Facebook montem sua própria loja virtual e faturem de 2,5% a 4,5% em comissão na venda de produtos. Menos de 15 dias após o lançamento, a empresa viu dobrar sua previsão inicial, para 20 mil canais de vendas virtuais.</p>
<p><strong>Investimento</strong></p>
<p>Para se ter um perfil ativo é necessário ter ao menos três colaboradores que lidem apenas com a comunicação: empresa/cliente. &#8220;A empresa que se inserir nesse ambiente deve ter uma equipe especializada e o investimento para isso fica em torno de R$ 10 a R$ 20 mil&#8221;, explica o consultor Cordeiro.</p>
<p>Primeiro é necessário entender o que a empresa quer atingir ao abrir esse canal direto, depois fidelizar esse internauta. Além disso, segundo Cordeiro a maior dificuldade das redes varejistas já inseridas nessas redes é de atender de forma efetiva as reclamações. &#8220;Muitos consumidores têm usado os perfis dessas grandes redes para reclamar de produtos com defeitos, demora na entrega. Isso faz com que o monitoramento 24 horas por dia e sete dias por semana sejam fundamentais&#8221;, enfatiza o consultor que também afirmou que todos esses cuidados são fundamentais para que os grandes varejistas como: Pontofrio; Magazine Luiza, Sonda Supermercados tenham lucratividade e retorno do investimento.</p>
<p><strong>Tecnologia</strong></p>
<p>Recentemente, especialistas em varejo da Fundação Getulio Vargas (FGV) e da Deloitte touche Tohmatsu apresentaram aos empresários brasileiros o que é tendência no exterior para fazer com que o varejo cresça nos próximos anos. A tecnologia foi o ponto de maior destaque, pois com a crescente classe consumidora, sendo elas C e D no País e adepta as facilidades tecnológicas, serão as responsáveis pelo incremento no varejo nos próximos cinco anos. O formato multicanais &#8211; lojas físicas e virtuais &#8211; são as que mostrarão maior rentabilidade.</p>
<p>Segundo Reynaldo Saad, especialista da área da Deloitte, as redes que contam com multicanais devem estar totalmente interligadas com as redes sociais. &#8220;Aplicativos para smartphones &#8211; celulares com acesso à Internet- devem estar entre os investimentos, assim como a integração das lojas virtuais com as mídias sociais&#8221;, enfatiza. Desta forma as redes conseguirão atingir um número maior de consumidores e fidelizar esses clientes. Ainda para o especialista, as empresas devem estar atentas ao que disponibilizam na rede para que, quando o consumidor visitar o ambiente on-line, a experiência seja positiva.</p>
<p>&#8220;É necessário aplicativos confiáveis e ter um interlocutor preparado para ser um intermediário eficiente.&#8221; As grandes redes que possuem lojas virtuais utilizam buscadores &#8211; sites agregadores que comparam ofertas disponíveis na Web &#8211; para ter maior visibilidade. Recentemente o Google disponibilizou no Brasil o Google Shopping, que concorre com o Buscapé, entre outros. Segundo Alexandre Soncini, diretor de Vendas e Marketing da VTex, que é uma provedora de tecnologia para e-commerce, com a entrada desse player, o varejo crescerá mais. &#8220;Com essa nova ferramenta os varejistas terão mais visibilidade e vendas&#8221;, diz.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Parceria entre SPC e Serasa agililiza concessão de crédito ao cliente</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 15:50:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mírian Nascimento</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: CNDL Mais agilidade para conceder crédito para consumidores. É o que promete uma parceria entre o Serasa e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) que será oficializada nesta quarta-feria (8) com a assinatura de um convênio. O lojista &#8230; <a href="http://www.cdlmaceio.com.br/2012/02/parceria-entre-spc-e-serasa-agililiza-concessao-de-credito-ao-cliente/">LEIA TUDO</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Fonte: CNDL</strong></em></p>
<p>Mais agilidade para conceder crédito para consumidores. É o que promete uma parceria entre o Serasa e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) que será oficializada nesta quarta-feria (8) com a assinatura de um convênio. O lojista poderá fazer a consulta do histórico do cliente, por meio eletrônico, a um banco de dados integrado entre os dois órgãos.</p>
<p>Quando um consumidor vai ao comércio fazer uma compra a crédito, o lojista faz uma consulta para saber se o cliente está ou não com o nome limpo, para poder liberar a venda. Essa consulta é feita à Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), que administra o SPC. &#8220;As bases de dados se comunicam entre si, apesar de serem independentes. Todo o país fará parte do sistema. Antes, os inadimplentes que estavam no SPC não podiam ser visualizados pelo Serasa e vice-versa. Com a parceria, isso será possível&#8221;, diz o presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), Roque Pellizzaro, em entrevista ao Bom Dia Pernambuco desta quarta.</p>
<p>No estado, funcionam 16 Câmaras de Dirigentes Lojistas com 10 mil associados. Segundo Pellizzaro, um dos benefícios dessa parceria será a agilidade, pois a liberação do crédito pode ser realizada mesmo que o consumidor esteja morando no interior do estado. “Por exemplo, quando o consumidor não paga uma dívida no Recife, depois do prazo de pagamento, entre uma semana e quinze dias, a loja comunica ao SPC que manda uma carta para a casa do consumidor informando valor, vencimento, data e endereço da loja independente do local onde ele esteja. Depois do período entre uma semana e dez dias, o nome dele aparece na listagem de maus pagadores no cadastro SPC ou da Serasa”, afirma Pellizzaro.</p>
<p>Caso o cliente devedor queira limpar o nome, ele tem duas opções: procurar o estabelecimento onde fez a dívida para quitá-la ou comunicar à CDL para que a câmara possa intermediar o pagamento ou o reparcelamento do débito com a loja. Dessa forma, o consumidor não precisará se deslocar até o local do estabelecimento onde possui a dívida.</p>
<p>Os consumidores inadimplentes ficam, no máximo, por cinco anos com o nome no SPC ou no Serasa, como determina a legislação brasileira. “O brasileiro é um bom pagador. Mais de 65% dos brasileiros que recebem a carta regularizam seu débito com o lojista ou instituição financeira em até 30 dias”, conclui o presidente da CNDL, Roque Pellizzaro.</p>
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		<title>Economista vê sinais de recuperação no comércio</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 15:40:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mírian Nascimento</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: Valor Econômico &#124; Guilherme Serodio RIO &#8211; A queda mais fraca do Índice de Confiança do Comércio (Icom) da Fundação Getulio Vargas (FGV) em janeiro pode sinalizar a retomada de confiança gradual do comércio. Essa é a opinião do &#8230; <a href="http://www.cdlmaceio.com.br/2012/02/economista-ve-sinais-de-recuperacao-no-comercio/">LEIA TUDO</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: Valor Econômico | Guilherme Serodio</p>
<p>RIO &#8211; A queda mais fraca do Índice de Confiança do Comércio (Icom) da Fundação Getulio Vargas (FGV) em janeiro pode sinalizar a retomada de confiança gradual do comércio. Essa é a opinião do economista Aloisio Campello do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV).</p>
<p>O índice recuou 5,8% na comparação da média do trimestre encerrado em janeiro com a média do mesmo período do ano anterior. No trimestre encerrado em dezembro, a queda fora de 6,8% na comparação com igual período do ano anterior.</p>
<p>“De um modo geral parece que o pior já passou e que o setor está ganhando um ritmo nos últimos meses”, diz Campello.“Na média do setor do comércio há uma recuperação de demanda interna cujo principal fator é a política monetária”, afirma, citando ainda a redução do IPI para os eletrodomésticos de linha branca.</p>
<p>O Icom continua abaixo do registrado no início do ano passado. O índice médio do trimestre ficou em 126,1 pontos, ante 133,8 pontos em janeiro de 2011. “Nos últimos três meses, a distância em relação ao ritmo de atividade que se tinha no começo do ano passado está diminuindo”, comenta o economista, que vê uma diminuição mais forte dessa distância no varejo restrito.</p>
<p>Móveis e eletrodomésticos são o destaque no varejo restrito. O Icom dos empresários do setor subiu 7,5% no trimestre terminado em janeiro, e tinha subido 1,9% no trimestre terminado em dezembro. Na variação mensal o Icom subiu 20,2% em janeiro sobre janeiro do ano passado. E tinha subido 10,2% em dezembro sobre o mesmo mês do ano anterior.</p>
<p>Para o economista, “o varejo ampliado ainda sofre com o baixo nível de confiança do setor de veículos e motocicletas”, que registrou -11,3% no trimestre encerrado em janeiro, diante de -13,9% no trimestre terminado em dezembro.</p>
<p>Já no atacado há uma piora na confiança do empresário. O índice de confiança nesse segmento registrou variação negativa de 8,6% no trimestre encerrado em janeiro, em comparação com queda de7 % no trimestre encerrado em dezembro. “O atacado vem apresentando um comportamento defasado em relação ao comércio. O atacado não está sentindo essa recuperação na ponta que o comércio percebe”, comenta Campello. Para ele, a recuperação do atacado pode vir nos próximos meses.</p>
<p>Para Campello, embora os resultados do fim do ano passado não tenham sido tão positivos, “o comércio começa o primeiro semestre do ano com uma tendência de melhora no ritmo de atividade. Mas chegar nos níveis do início do ano passado, é algo que deve ocorrer apenas no fim do primeiro semestre”, conclui.</p>
<p>(Guilherme Serodio | Valor)</p>
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		<item>
		<title>Páscoa deve gerar 20 mil novos empregos temporários</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 15:34:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mírian Nascimento</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cdlmaceio.com.br/?p=1569</guid>
		<description><![CDATA[Fonte: Agencia Estado / Wladimir D&#8217;Andrade SÃO PAULO &#8211; A Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab) informou hoje que a Páscoa deste ano deve gerar 20 mil novos empregos temporários no País. De acordo com a &#8230; <a href="http://www.cdlmaceio.com.br/2012/02/pascoa-deve-gerar-20-mil-novos-empregos-temporarios/">LEIA TUDO</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Fonte: <span style="line-height: 24px;">Agencia Estado / Wladimir D&#8217;Andrade</span></strong></em></p>
<p>SÃO PAULO &#8211; A Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab) informou hoje que a Páscoa deste ano deve gerar 20 mil novos empregos temporários no País. De acordo com a entidade, as fábricas e lojas do ramo já iniciaram as contratações desde outubro do ano passado. Em 2011, as empresas associadas à Abicab produziram 18 mil toneladas de ovos de chocolate e o aumento no consumo, no período da Páscoa, foi 7% superior ao registrado no mesmo período de 2010.</p>
<p>A produção de chocolates no ano passado, sem contar os achocolatados, somou 390 mil toneladas, um aumento de 11% em relação a 2010. Ainda de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados, nos últimos cinco anos, o consumo de chocolate no Brasil cresceu 39%, o que faz do Brasil o quarto maior consumidor deste produto, atrás dos Estados Unidos, Alemanha e Reino Unido.</p>
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		<title>Confiança dos empresários do comércio cai 5,8% no trimestre encerrado em janeiro</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 15:24:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mírian Nascimento</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: Tudo na Hora A confiança dos empresários do comércio na economia brasileira caiu 5,8% no trimestre encerrado em janeiro, na comparação com o mesmo período de 2011. Segundo dados divulgados hoje (7) pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o Índice &#8230; <a href="http://www.cdlmaceio.com.br/2012/02/confianca-dos-empresarios-do-comercio-cai-58-no-trimestre-encerrado-em-janeiro/">LEIA TUDO</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: Tudo na Hora</p>
<p>A confiança dos empresários do comércio na economia brasileira caiu 5,8% no trimestre encerrado em janeiro, na comparação com o mesmo período de 2011. Segundo dados divulgados hoje (7) pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o Índice de Confiança do Comércio (Icom) ficou em 126,1 pontos, contra 133,8 pontos em janeiro do ano passado.</p>
<p>No trimestre encerrado em dezembro de 2011, em relação ao mesmo trimestre de 2010, a queda havia sido ainda mais intensa: 6,8%.<br />
De acordo com a FGV, piorou a percepção do setor em relação à demanda no momento atual na comparação com o mesmo período do ano passado. O Índice da Situação Atual (ISA-COM) ficou 8% inferior ao de janeiro de 2011, ao passar de 116,6 para 107,2 pontos. Em dezembro, essa comparação havia apontado queda ainda mais forte, de 9,7%. No trimestre encerrado em janeiro, 27,1% das empresas avaliavam a demanda atual como forte, menos do que as 29,5% que tiveram essa percepção no mesmo período de 2011. Já 19,9% a classificaram como fraca, proporção superior à observada um ano antes (13%).<br />
O levantamento também aponta que as expectativas dos empresários continuam menos favoráveis em relação aos próximos meses. O Índice de Expectativas (IE-COM) caiu 4% em janeiro na comparação com o mesmo período do ano anterior, ao passar de 151,1 para 145 pontos. Em dezembro de 2011, a queda foi 4,6%.<br />
Entre os quesitos que compõem o IE-COM, as vendas nos três meses seguintes foi a que mais influenciou a redução do otimismo. Entre as empresas consultadas, 53% esperam melhora nas vendas e 11,6% piora, contra 55,7% e 7,6%, respectivamente, em 2011.<br />
A Sondagem Conjuntural do Comércio é um monitoramento que antecipa tendências econômicas com bases em informações prestadas por empresas do setor. Para essa edição, os levantamentos foram feitos entre os dias 2 e 30 de janeiro. Ao todo, foram ouvidas 1.276 empresas.</p>
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		<title>Satisfação do consumidor mostra leve alta em janeiro, diz ESPM</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 15:19:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mírian Nascimento</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: Infomoney / Welington Vital de Oliveira SÃO PAULO – O INSC (Índice Nacional de Satisfação do Consumidor) registrou leve alta fechando o mês de janeiro com 57% de satisfação do consumidor, ou seja, uma alta de 0,8 ponto percentual &#8230; <a href="http://www.cdlmaceio.com.br/2012/02/satisfacao-do-consumidor-mostra-leve-alta-em-janeiro-diz-espm/">LEIA TUDO</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Fonte: Infomoney / Welington Vital de Oliveira</strong></em></p>
<p>SÃO PAULO – O INSC (Índice Nacional de Satisfação do Consumidor) registrou leve alta fechando o mês de janeiro com 57% de satisfação do consumidor, ou seja, uma alta de 0,8 ponto percentual frente a dezembro de 2011.</p>
<p>Divulgado nesta quarta-feira (8), ele é o primeiro e único indicador com informações totalmente levantadas na internet. Foi criado pelo professor pesquisador da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) e global chief digital officer da Rapp, Ricardo Pomeranz.</p>
<p>Setores<br />
O INSC mostra que a avaliação dos consumidores em relação ao setor financeiro passou de 44,7% em dezembro de 2011, para 49,7% em janeiro deste ano. Entre as razões que explicam a alta, está a exibição de um comercial de TV de um dos bancos pesquisados.</p>
<p>As indústrias automobilísticas também fecharam o mês com bom desempenho. Após alta de 3,7 pontos percentuais, o setor atingiu em janeiro 55,5% de satisfação. A indústria farmacêutica, com aumento de 1,3 p.p., fechou com avaliação positiva de 68,1%.</p>
<p>Todos os demais setores apresentaram queda na satisfação. O destaque negativo ficou com as lojas de departamento, que tiveram redução de 4,7 pontos percentuais, fechando janeiro com 56,1%. Os eletroeletrônicos, com retração de 4,1 p.p., passaram para 58,3% de satisfação.</p>
<p>Outro setor que apresentou redução foi o de supermercados, que fechou com 67,7% em janeiro, 2,7 pontos percentuais a menos do que o mês anterior. Já o setor de telecom passou de 43,5% em dezembro de 2011 para 41% em janeiro.</p>
<p>O setor de bebidas registrou recuo de 1,7 p.p., para 85,3%, e o de alimentos, queda de 3.5 p.p., para 72,6%.</p>
<p>O índice de satisfação de Personal Care, por sua vez, não variou, ficando em 76,1%.</p>
<p>O estudo<br />
O INSC utiliza as redes sociais para coletar dados, mensurando as expressões, colhidas na web, de acordo com três pilares – qualidade percebida de produtos e serviços, expectativa do consumidor e valor percebido. Juntas, as 43 companhias representam 15,4% do PIB brasileiro, analisando 27,2% do mercado voltado ao consumidor final.</p>
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		<title>Confiança do consumidor bate recorde em janeiro, aponta ACSP</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 15:19:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mírian Nascimento</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: Infomoney / Fabiana Pimentel SÃO PAULO &#8211; A confiança do consumidor bateu recorde em janeiro, sugerindo que o brasileiro continua seguro em 2012. O INC (Índice Nacional de Confiança do Consumidor), divulgado nesta quarta-feira (8) pela ACSP (Associação Comercial &#8230; <a href="http://www.cdlmaceio.com.br/2012/02/confianca-do-consumidor-bate-recorde-em-janeiro-aponta-acsp-2/">LEIA TUDO</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Fonte: Infomoney / Fabiana Pimentel</strong></em></p>
<p>SÃO PAULO &#8211; A confiança do consumidor bateu recorde em janeiro, sugerindo que o brasileiro continua seguro em 2012. O INC (Índice Nacional de Confiança do Consumidor), divulgado nesta quarta-feira (8) pela ACSP (Associação Comercial de São Paulo), atingiu 178 pontos, o que representa alta de 5 pontos em relação a dezembro, quando estava em 173 pontos.</p>
<p>Em relação a janeiro de 2011, quando estava em 161 pontos, o índice registrou alta significativa de 17 pontos. Lembrando que o estudo aponta otimismo quando o indicador está acima de 100 pontos e pessimismo quando se encontra abaixo dessa pontuação.</p>
<p>Para o presidente da ACSP (Associação Comercial de São Paulo) e da Facesp (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo), Rogério Amato, a percepção do otimismo do consumidor pode se concretizar. “Os números mostram que o brasileiro continua confiante no desempenho da nossa economia. E, se não houver um agravamento da crise europeia, tudo leva a crer que essa percepção otimista dos consumidores poderá se concretizar este ano”, completa.</p>
<p>Destaques<br />
Os consumidores da região Sul são os mais otimistas, com 216 pontos conquistados em janeiro deste ano, ante 147 de dezembro. Em seguida, aparece a região Sudeste, que alcançou os 190 pontos, ante os 177 pontos de dezembro.</p>
<p>Em seguida, aparece a região Norte/Centro-Oeste, com 188 pontos em janeiro, contra 222 pontos em dezembro. A região Nordeste, por sua vez, continua sendo a menos otimista, com 145 pontos em janeiro, 2 a mais que os 147 pontos verificados um mês antes.</p>
<p>Na análise por classes sociais, a C aparece como a mais confiante, com 189 pontos. Em segundo lugar, estão os consumidores das classes A/B, que registraram 171 pontos, contra os 178 de dezembro. As classes D/E dispararam de 153 pontos em dezembro para 157 em janeiro.</p>
<p>Expectativas para o futuro<br />
A parcela de pessoas que acham que a economia em que vivem estará mais forte nos próximos seis meses ficou em 51% este mês, dois pontos percentuais acima do registrado em dezembro. O índice dos que acreditam que a economia local estará mais fraca ficou em 10% em janeiro.</p>
<p>Por fim, o percentual das pessoas que dizem achar que sua situação financeira pessoal estará melhor daqui a seis meses ficou em 65%. A parcela dos que consideram que ela estará pior, porém, caiu 7 pontos percentuais, atingindo os 7%.</p>
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